Notícias Edição Nº 22

Boulos abre encontro nacional de economia solidária em Brasília

O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência da República, participou da abertura do 1º Encontro Nacional do Programa Paul Singer de Agentes de Economia Popular e Solidária, em Brasília. O evento ocorre até 27 de maio e reúne agentes territoriais de todo o país.

Boulos abre encontro nacional de economia solidária em Brasília
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Boulos esteve ao lado do secretário nacional de Economia Solidária, Fernando Zamban, e do ex-secretário Gilberto Carvalho. Em seu discurso, o ministro destacou o papel dos agentes territoriais na aproximação entre o governo e a população.

“Conexão com o povo a gente faz no dia a dia, a gente faz do olho no olho. A comunicação é importante, a rede digital é importante, mas não tem nada, nada que substitua o olho no olho, o toque, o pé no barro, o bater na porta de alguém, o subir o morro na comunidade, o estar perto do povo”, afirmou Boulos. Ele acrescentou que um governo que age dessa forma erra menos, mobiliza mais a sociedade e aprofunda a democracia.

O encontro debate os desafios e as potencialidades da economia popular e solidária nos territórios de atuação do programa, levando em conta o contexto político atual e as prioridades do governo para o setor. O Programa Paul Singer tem o objetivo de fortalecer a economia popular e solidária no Brasil, apoiando empreendimentos baseados em autogestão, cooperação, sustentabilidade e inclusão social.

Os agentes territoriais atuam diretamente nas comunidades, identificando necessidades locais e fomentando iniciativas econômicas que geram trabalho e renda, principalmente para populações historicamente excluídas dos circuitos formais da economia. O programa já selecionou e formou 500 agentes territoriais e 54 coordenadores estaduais, dois por unidade da federação, criando uma rede nacional de atuação em todos os estados brasileiros.

A formação foi viabilizada por uma parceria entre o Ministério do Trabalho e Emprego, a Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária e a Fundacentro. Há previsão de expansão para 1.000 agentes.